
Fábio Jabá começa o texto lembrando que teve uma mãe que se entregou por completo para garantir a sobrevivência da família: uma mulher forte, uma guerreira que enfrentou todo tipo de dificuldade movida pelo amor aos filhos.
Ao revisitar sua própria trajetória, ele percebe o quanto herdou dessa mãe. A vida dela tinha um propósito bem definido: cuidar dos filhos. E, para cumprir esse propósito, ela precisou renunciar a muita coisa.
Ele recorda algo que já havia contado no podcast Área 18: em determinado momento ouviu a pergunta direta e dura sobre se preferia trabalhar ou estudar. Escolheu estudar, e teve o apoio incondicional da mãe. Mesmo em meio a tantas dificuldades, ela jamais deixou de incentivá-lo e de acreditar nele.
Fábio diz guardar poucas lembranças da infância, que para ele só começam a ganhar nitidez por volta dos seis anos de idade. Mas uma coisa ele nunca esqueceu: a família sofreu muito, enfrentou discriminação e passou por necessidades básicas. Ainda assim, havia algo que os mantinha de pé em meio a tudo isso: a fé.
Ele destaca a força de Dona Aparecida, sua mãe: uma mulher simples, mas de coragem enorme. Foi justamente por meio dessa fé que ela conseguiu sustentar o lar.
Segundo ele, hoje toda a sua família conhece a Palavra e vive a fé, porque essa fé nasceu em Dona Aparecida, foi fortalecida com ela e passada adiante com amor e firmeza. Esse, para Fábio, foi o maior legado deixado pela mãe.
Ele lembra que ela já não está mais entre eles. A dor, com o tempo, cicatrizou, mas a marca continua ali. E em datas como o Dia das Mães, essa cicatriz volta a incomodar, chegando a parecer que sangra de novo.
Por isso, ele faz um apelo a quem ainda tem a mãe viva: que ame, valorize, esteja presente, dedique tempo a ela como ela dedicou a vida aos filhos, e que perdoe o que for preciso perdoar.
Fábio confessa que sente muita falta da mãe e que gostaria que ela ainda estivesse ali, pois a perda deixa um vazio difícil de preencher.
Mesmo assim, ele agradece a Deus por ter um Pai celestial que entregou o próprio Filho por ele, e que, por meio do Espírito Santo, o consola diariamente.
Ele pede que ninguém deixe brigas políticas, discussões sem sentido ou diferenças de opinião afastarem filhos de suas mães.
Por mais distante que alguém tenha ficado, reforça, a mãe continuará sendo sempre mãe.
E quando o filho a visita, ela vai insistir em cozinhar, vai reclamar, vai falar mais do que o necessário, porque foi ela quem gerou, criou e amou aquele filho, e no fundo o que ela mais quer é simplesmente tê-lo por perto.
Fábio deseja um Feliz Dia das Mães a todas as guerreiras, lutadoras e protetoras.
Ele convida a orar junto com a mãe e a amá-la sem reservas, encerrando com a reflexão de que é muito bom, muito bom mesmo, ter mãe.