Na Penitenciária de Lavínia, seis detentos que estavam prestes a ser transferidos deram início a um princípio de rebelião no raio 8 da unidade. O restante da população daquele pavilhão já se encontrava trancado nas celas, mas o grupo da faxina, presos com permissão para circular e ajudar na distribuição de alimentação e na limpeza, aderiu à ação dos seis, e juntos passaram a atear fogo em colchões dentro do raio.
De acordo com o relato, o caso já havia sido controlado sem que nenhum agente fosse feito refém, e o GIR (Grupo de Intervenção Rápida) seguia no local fazendo o rescaldo, ou seja, verificando e apagando os focos remanescentes.
Já na unidade de Valparaíso, um detento do Pavilhão 3, que enfrenta problemas psicológicos, se recusou a voltar para a cela, e os presos da faxina também aderiram à atitude dele. O GIR estava se deslocando para o local para conter a situação. Até aquele momento não havia registro de reféns nem de danos à unidade.