Transparência e respeito à categoria

O texto abre lembrando que a categoria vive um momento decisivo: a eleição da nova diretoria do SIFUSPESP, sindicato que representa os servidores do sistema penitenciário de São Paulo, está próxima. O autor destaca que a rotina desses trabalhadores é particularmente dura, já que ficam no meio de duas frentes de pressão: de um lado os presos, de outro o próprio governo, e acabam sofrendo cobranças e desgaste dos dois lados.

Ele defende que, sem união, a categoria fica exposta e vulnerável. Mas faz uma ressalva importante: essa união só tem valor quando construída com quem de fato está disposto a arregaçar as mangas, correr atrás e lutar pelos interesses coletivos dos trabalhadores.

Para conquistar e manter direitos, argumenta o autor, é preciso coragem e disposição para o enfrentamento, aliadas a transparência plena. Só assim toda a categoria consegue acompanhar o que acontece dentro do sindicato, cobrar satisfações e apresentar propostas de forma efetiva. O trecho é marcado pela hashtag #verdademanifesta.

Em seguida, o autor trata de um episódio que classifica como lamentável e que, segundo ele, não pode ser deixado de lado: o sumiço da lista de presença da assembleia responsável por eleger a comissão eleitoral do sindicato. Ele afirma que não vai permitir que a vontade da categoria seja desrespeitada nem que o processo eleitoral seja tumultuado por causa disso, reforçando o alerta com a hashtag #cadealista.

O post segue com uma crítica a métodos que o autor chama de antidemocráticos, usados no passado, que poderiam substituir a decisão da categoria pelo voto direto por manobras no campo jurídico. Ele teme que isso leve, mais uma vez, à condução do sindicato por uma junta provisória em vez de uma diretoria eleita, e afirma categoricamente que a categoria não merece passar por isso novamente.

Diante desse cenário turbulento, o autor chama atenção para a PEC 308, proposta que busca o reconhecimento constitucional da categoria como polícia penal. Segundo ele, essa pauta essencial não está sendo tratada com a seriedade necessária pela cúpula atual do SIFUSPESP. Ele lembra que uma paralisação nacional dos servidores do sistema penitenciário havia sido marcada para o dia 15 de março, mas lamenta que não haja mobilização visível para garantir que essa paralisação realmente aconteça dentro do Estado de São Paulo. Para ele, essa inércia não pode continuar.

Por fim, o autor convoca todos os trabalhadores sindicalizados e a categoria como um todo a se somarem à construção de uma chapa comprometida com um sindicato forte e transparente, capaz de assegurar os direitos que entende serem legítimos e de garantir que a liberdade de escolha dos trabalhadores seja respeitada nas urnas.

O texto se encerra com uma frase de impacto: direitos não são concedidos, são conquistados, repetindo mais uma vez a hashtag #verdademanifesta como assinatura da mensagem.

Matéria originalmente publicada no blog "Diálogo Digital com Fábio Jabá" em 13 fev 2017. Ler a versão original no blog
Todas as notícias Some à base